
Concursos públicos | Em entrevista ao Correio Braziliense, o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia (ME), Wagner Lenhart, comentou sobre a necessidade do decreto que dá norte aos concursos públicos federais.
Em vigor desde 1/6, o texto muda os critérios e condições que os órgãos pedem novos certames. De acordo com Lenhart, a intenção do governo é enxugar a máquina pública e torná-la mais eficiente.
Para o secretário, concursos federais em 2019 e 2020 só saem em caráter excepcional, mas ele preferiu não descartar editais em breve. “Sabemos que tem muitas carreiras que, no futuro, precisarão fazer a reposição. O que a gente tem que fazer agora é dar as condições para que, no futuro, a gente possa voltar a contratar”, disse.
Lenhar explica, também, que a tendência é que a elite do funcionalismo tenham prioridade em novos concursos.
“A ideia é repor vagas nas carreiras que necessitam ter uma vinculação permanente com o serviço público, em função da sua importância, do grau de responsabilidade que tem, da diferença que faz na prestação do serviço para a população. Então, sem dúvida, o nosso foco é esse. Concentrar esforços e recursos naquelas carreiras que fazem a diferença na prestação de serviço para a população e na manutenção e bom gerenciamento da máquina pública”.
Segundo o ME, 66% dos funcionários que vão se aposentar em cinco anos são profissionais de nível auxiliar e intermediários. Em relação às aposentadorias, Lenhart admite que cargos obsoletos não deverão ser repostos.
Leia mais sobre o decreto sobre concursos públicos:
Recentemente, vários órgãos federais enviaram pedidos para novos concursos. É o caso da Ancine, Polícia Rodoviária Federal, ANTT e tantos outros.
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