PUBLICIDADE

Reforma administrativa: servidores do executivo serão os únicos atingidos

O líder do governa no Senado afirmou que a reforma administrativa deve ser analisada somente em 2020. O motivo é devido a outras propostas que devem…

Por

Maurício Miranda Sá
Compartilhe esta notícia
Imagem - Reforma administrativa: servidores do executivo serão os únicos atingidos

As últimas informações sobre a tão esperada reforma administrativa indicam que os servidores dos poderes legislativo e judiciário não serão incluídos na proposta que a equipe econômica irá preparar para enviar ao Congresso Nacional.

Segundo diz a reportagem do jornal Correio Braziliense, as mudanças que deverão ocorrer nos demais poderes deverão ser realizadas por cada um em separado.

Mudanças poderão incluir estados e municípios

Ainda de acordo com a reportagem, apesa da responsabilidade da União ser de reajustar as carreiras do próprio poder, estados e municípios também poderão ser incluídos no projeto, para que o modelo de gestão pública seja mais eficiente e moderno.

O jornal ainda informa que a reforma não terá o condão de reduzir gastos, como era esperado. A prioridade será a melhoria da prestação do serviço público.

A reforma também não pretende mexer em pontos sensíveis já debatidos na sociedade, tais como:

  • estabilidade;
  • salários;
  • cargos;
  • funções.

“A proposta não vai mexer com a estabilidade. Não vai haver mudança nos salários e não vai haver desligamento”, disse Paulo Uebel, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia

Café da manhã com jornalistas

Paulo Uebel, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, falou que a matéria será enviada ao Congresso Nacional em partes.

  • Em primeiro lugar, o governo vai encaminhar uma PEC – Proposta de mandaà Constituição – com pontos de reestruturação da carreira;
  • O segundo ponto será o envio de projetos de leis e deretos para complementar as medidas adotadas na PEC.

Gleisson Rubin, secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, “A reforma administrativa será diferente da previdenciária, porque há matérias constitucionais e infraconstitucionais. E, por conta disso, o projeto vai ter que olhar para todo o ordenamento legal da administração pública”.

Reforma administrativa já era esperada para 2020

No dia 19/11/19, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, declarou que a reforma administrativa deveria ser analisada pelo Congresso somente em 2020.

Ainda na segua quinzena de novembro de 2019, o presidente Jair Bolsonaro havia declarado que a reforma deveria ser da maneira “mais suave possível”. As medidas da proposta, de acordo com o presidente, só afetariam os novos servidores.

Posições contrárias

O secretário-geral da Contas Abertas, Gil Castello Branco, que é especialista em contas públicas, acredita que a reforma aplicada apenas para o Executivo federal não irá fazer o que se propõe (na prática), que é diminuir muito a segunda maior despesa obrigatória do governo.

“Uma reforma precisa atingir os três poderes. Não tem como imaginar que ela só tenha o objetivo de melhorar o serviço. Pessoal é o segundo maior gasto entre as despesas da União e é preciso corrigir distorções, pois o salário do funcionalismo é muito maior do que a média do setor privado”

Castello Branco continua:

“Os servidores do Legislativo e do Judiciário são os que recebem as maiores remunerações e os penduricalhos mais custosos para os cofres públicos”.

O especialista acredita que o governo tem medo de possíveis manifestações do funcionalismo público, já que o país encontra-se em ano eleitoral e muitos candidatos buscarão se reeleger.

“O funcionalismo é uma classe unida e tem pressão grande em ano eleitoral. E os parlamentares também têm interesses nas eleições deste ano, pois muitos deverão ser candidatos” .

Saiba tudo sobre concursos abertos e concursos previstos em um só lugar.

Clique nos links abaixo:

Compartilhe esta notícia
bolsonaro reforma servidores
fim da estabilidade servidor
reforma administrativa
reforma administrativa servidores
reforma administrativo bolsonaro
reforma bolsonaro
reforma concursos públicos
reforma e concursos públicos
reforma servidor público
Maurício Miranda Sá

Maurício Miranda Sá

Jornalista no Direção Concursos e Servidor Público Federal lotado no TSE (Tribunal Federal Eleitoral), estudou Jornalismo, Rádio e TV na UFRN, Publicidade na UNP, Gerenciamento de Projetos pela ESPM e atuou como assessor de comunicação em diversos órgãos e instituições, como o Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contras as Secas), Sindifern (Sindicato dos Auditores Fiscais do RN) e, por cinco anos, foi responsável pela divisão de comunicação da empresa Temos Casa e Art Design, produtos que desenvolveu, produziu e dirigiu no Rio Grande do Norte, sendo um complexo de comunicação com programa de TV, programete de Rádio, revista e portal na internet.

Direção Concursos - Rodapé

Direção Concursos representa, na atualidade, o que há de melhor na preparação em alto rendimento para concursos públicos no Brasil.

Institucional

    Suporte

      Principais Concursos

        Concursos por localização

          Concursos por carreira

            Principais bancas de concurso

              Formas de pagamento

              Logo do Direção Concursos
              Logo do Direção Concursos
              Logo do Direção Concursos
              Logo do Direção Concursos
              Logo do Direção Concursos
              Logo do Direção Concursos

              DIREÇÃO CONCURSOS - CURSOS ONLINE PARA CONCURSOS. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. CNPJ: 32.161.525/0001-03