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Concursos TREs: motivos para ingressar na carreira

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10/02/2020, às 11:11 • 2 meses atrás

Muitos concurseiros esperam, ansiosamente, a volta dos editais para Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) em 2020.

Até o presente momento, o que se sabe é que Lei Orçamentária Anual (LOA) reservou mais de mil (1.000) vagas para provimento nos órgãos eleitorais em todo Brasil.

É importante lembrar que muitos TREs têm concurso com prazo de validade vigente, ou seja, irão suprir as vagas autorizadas na LOA com os candidatos aprovados nessas seleções.

Outros órgãos estão provendo seus cargos através de aproveitamento dos aprovados de outros tribunais federais.

De toda forma, acredita-se que há uma boa possibilidade de muitos desses tribunais, em breve, retomarem ações com vistas à promoção de novos concursos públicos.

São eles:

  • Tribunal Regional Eleitoral do Acre;
  • Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas;
  • Tribunal Regional Eleitoral do Amapá;
  • Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas;
  • Tribunal Regional Eleitoral do Ceará;
  • Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo;
  • Tribunal Regional Eleitoral de Goiás;
  • Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão;
  • Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais;
  • Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul;
  • Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte;
  • Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia;
  • Tribunal Regional Eleitoral de Roraima;
  • Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina.

Mas quais são os motivos que deixam a carreira de servidor de Tribunal Eleitoral atrativa? A equipe de jornalismo do Direção Concursos listou para você.

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Por que fazer concurso de TRE?

  • 1 – Altos Salários:

O primeiro (e mais importante para diversos candidatos) é a questão salarial. Tanto para cargos e nível médio, como nível superior, a remuneração paga aos servidores da justiça eleitoral é bastante atrativa.

Para cargos de nível médio (técnicos), em início de carreira, é pago o valor de R$ 8,7 mil. Já para cargos de nível superior (analistas), o valor do salário inicial é de R$ 13,0 mil.

No topo da carreira, um técnico judiciário chega a receber mais de R$ 12 mil. O analista, por sua vez, recebe aproximadamente R$ 20 mil.

Nada mal, não é mesmo?

  • 2 – Qualidade de vida laboral:

A Justiça Eleitoral é reconhecida por ser composta por instituições onde se preza pela qualidade de vida dos seus servidores.

Os seus órgãos possuem benefícios como auxílio-alimentação, plano de saúde, creches, home office (trabalho realizado à distância), além de políticas contínuas dos seus departamentos de pessoal, com o intuito de buscas entender as demandas e necessidades de seus servidores.

  • 3 – Possibilidade de remoção

Este tópico poderia estar inserido no anterior, mas merece um capítulo a parte. Como se sabe, muitos concurseiros que buscam a área eleitoral, fazem concursos para os mais variados estados e não apenas no seu local de origem.

Por serem órgãos federais, muitos servidores com algum tempo de serviço conseguem transferência, facilmente, entre estados diversos.

  • 4 – Baixa demanda laboral

Neste ponto, um adendo: não vale para todos os setores dos tribunais. Mas o fato é que, aqueles lotados na área fim do TRE, provavelmente, têm uma demanda maior em períodos eleitorais, quais sejam, a cada dois (2) anos.

Nos períodos entre eleições, a demanda de trabalho, como não poderia deixar de ser, é mais baixa se compararmos com outras áreas da justiça no Brasil (como a justiça federal e do trabalho, por exemplo).

  • 5 – Possibilidade de aproveitamento em outros órgãos do judiciário

Como os salários, as atribuições e as competências dos servidores da Justiça Federal (TRFs, TRTs, TREs, STJ, STF e CNJ) são bastante similares, um candidato aprovado em um desses concursos poderá ser aproveitado por outro órgão da mesma localidade.

A prática, inclusive, vem sendo muito usada ultimamente por diversos órgãos do Poder Judiciário em vários estados.

Sendo assim, um aprovado no TRE PA, por exemplo, que não tenha sido nomeado em tempo para o órgão, poderá ser aproveitado pelo Tribunal Regional do Trabalho no Pará (TRT PA).

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Quer começar a estudar e não sabe por onde?

Em concursos para a Justiça Eleitoral, oito (8) disciplinas são indispensáveis e caem em todas as provas. Quais são elas:

  • Português;
  • Lei 8.112/1990;
  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo;
  • Direito Eleitoral;
  • Regimento Interno;
  • Informática;
  • Direito das Pessoas com Deficiência.

Motivos diversos

Os motivos para começar a se dedicar visando aos Tribunais Regionais Eleitorais não acabam por aí.

Quem estuda para um, normalmente, já se prepara para um próximo (caso não tenha sucesso) e tantos outros motivos..

Dessa forma, se você se identifica com a Justiça Eleitoral, vale a pena ter foco direcionado para tal.

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