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Prefeitura de São Paulo terá home office permanente

Letícia Teixeira Letícia Teixeira comentários
16/09/2020, às 17:08 • 1 semana atrás

DNT 01-06-2020 SAO PAULO  - SP CIDADES METROPOLE OE /NOVO CORONAVIRUS / PREFEITO BRUNO COVAS - Prefeito de Sao Paulo Bruno Covas (PSDB) posa em sala do 5o. andar do Edificio Matarazzo, sede da prefeitura da capital paulista, no Viaduto do Cha, 15, centro, no primeiro dia de flexibilizacao da restricao de aglomeracao, locomocao, comercio e prestacao de servico e isolamento social em meio a pandemia do novo coronavirus (Covid-19) determinado pelo Governo do Estado para combater a transmissao da doenca - FOTO DANIEL TEIXEIRA/ESTADAO

O prefeito Bruno Covas decretou o regime de home office por tempo indeterminado aos servidores da Prefeitura de São Paulo.

Com isso, a capital paulista estima uma economia de pelo menos R$ 1 bilhão em sete anos.

Os servidores da Prefeitura de São Paulo já vêm trabalhando de casa desde o início da pandemia do novo coronavírus.

O decreto 59.755  já foi publicado no Diário Oficial do Município da última terça-feira, 15 de setembro.

A Prefeitura de São Paulo estabeleceu critérios de avaliação durante o período de home office que incluem metas a serem atingidas, possibilidade de avaliação objetiva do desempenho do servidor e registro eletrônico de presença.

De acordo com o documento, a adesão dos servidores ou empregados públicos eleitos para o regime de home-office é facultativa e secretários e subprefeitos terão 90 dias para apresentar os planos deste tipo de trabalho.

Ainda de acordo com o decreto, com a pandemia foi possível constatar que o teletrabalho trouxe benefícios como redução do trânsito e poluição; menor pressão sobre os sistemas de transportes, em especial ônibus, trens e metrôs e redução de despesas de custeio.

Os servidores que estiverem em teletrabalho poderão a qualquer momento ser chamados pela chefia para atuarem presencialmente, desde que com quatro horas mínimas de antecedência.

Prefeitura de São Paulo pode ter novo concurso em breve

O prefeito Bruno Covas autorizou, no dia 30 de julho, a criação da lei nº 17.433, que reorganiza a administração pública municipal indireta e, com isso, foram criadas 570 vagas .

Das 570 vagas que estão sendo criadas, 550 são para a nova Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo (SP Regula) que deverão ser preenchidas por meio de concurso público.

Destas, 400 são para o cargo de técnico em fiscalização de serviços públicos, com exigência apenas de ensino médio; e 150 para a carreira de analista de regulação de serviços públicos, para quem possui formação de nível superior em diversas áreas de atuação.

No caso dos técnicos, a remuneração inicial é de R$ 2.800, enquanto para os analistas, o inicial será de R$ 8.500.

Para os servidores em final de carreira, para o cargo de ensino médio, as remunerações podem chegar a R$ 6.390, enquanto para nível superior, até R$ 17.278.

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Letícia Teixeira

Jornalista especializada em Narrativa Transmídia e Storytelling pela Universidade Católica de Brasília. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, redação, SEO, UX Writing e marketing digital.