
Um dos assuntos muito cobrado em provas de concurso público na disciplina de português são as figuras de linguagem. Mas do que se trata essa assunto?
Bem, as figuras se linguagem (ou figuras de estilo) são formas de expressão não literais, ou seja, não tem sentido “real” (denotativo). Na verdade, elas vão além disso, visto que permitem algumas ressignificações.
Por exemplo, chamar alguém de “cara de pau”, não quer dizer que a face/ o rosto daquela pessoa é realmente de madeira, mas sim que essa pessoa não tem vergonha. As figuras de linguagem extrapolam o sentido original de uma expressão ou termo.
Esse assunto pode ser subdividido em quatro classificações:
- Figuras de palavras ou semânticas: tem a ver com o significado das palavras.
- Figuras de pensamento: combinam ideias e pensamentos.
- Figuras de sintaxe ou construção: alteram a estrutura gramatical da frase.
- Figuras de som ou harmonia: tem a ver com a sonoridade das palavras.
O intuito desta matéria, porém, não é esgotar as figuras de linguagem, afinal, isto não é uma aula de português. Aqui, você verá alguns exemplos.
Figuras de linguagem
Dentre as figuras de linguagem de palavras ou semântica, podem ser citadas algumas como: metáfora, comparação, metonímia, catacrese, sinestesia e perífrase.
A metáfora, pro exemplo, é um tipo de comparação, mas implícita e não direta:
- “A vida é uma nuvem que voa”, ou seja, a vida é COMO uma nuvem que voa..
A comparação, por outro lado, é explícita e, portanto, direta:
- “Seus olhos são como jabuticabas”.
Já as figuras de linguagem de pensamento têm como exemplo às seguintes: hipérbole, eufemismo, litote, ironia, personificação, antítese, paradoxo, gradação e apóstrofe.
Veja como funciona uma hipérbole, que traduz exagero em sua concepção:
- “Estava com tanta fome que podia comer um boi inteiro“. É um exagero, visto que ninguém é capaz de comer um boi inteiro de uma só vez.
No caso das figuras de linguagem de sintaxe ou construção, com elipse, zeugma, hipérbato, polissíndeto, assíndeto, anacoluto, pleonasmo, silepse e anáfora, as mudanças na estrutura gramatical fica evidentes.
No exemplo, tem-se a elipse, que é uma omissão de uma palavra que se identifica de forma fácil, ou seja, é uma ocultação de palavra ou expressão na estrutura do enunciado Confira:
- “Vou te ligar. Qual o seu número?“. No caso, foi omitida a palavra “telefone” (qual o seu numero de telefone?)
Para finalizar, temos a figura de linguagem de som ou harmonia, que tem como exemplos as seguintes: aliteração, paronomásia, assonância e onomatopeia.
Uma das clássicas são as repetições de sons, que traduz a aliteração. Veja:
- “O rato roeu a roupa do rei de Roma“.
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