Ucrânia e Rússia: por que os países estão em guerra?

Neste artigo, entenda o que está acontecendo na fronteira da Rússia e Ucrânia e qual a relação da Otan com tudo isso.

Por

Danuzio Neto
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Olá, pessoal! Sou professor Danuzio Neto e, hoje, vou falar um pouco sobre a tensão na fronteira da Rússia com a Ucrânia e como a OTAN tem a ver com todo o conflito.

O mundo inteiro tinha visto imagens de tropas do exército russo se direcionado para a fronteira com a Ucrânia. A partir da madrugada do dia 24 de fevereiro, no entanto, as ameaças se tornaram ataques ao território ucraniano.

Para entender tudo, primeiro vamos sintetizar o que está acontecendo neste momento em alguns pontos, confira:

Ou, caso queira, confira live em que explico exatamente o que está acontecendo.

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O que está por trás do conflito Rússia x Ucrânia

O principal ponto por trás da crescente tensão é a possível adesão da Ucrânia e Geórgia à OTAN.

A Rússia exigiu que a OTAN garanta que não vai se ampliar e aderir a Ucrânia e a Geórgia. Além disso, o país exige que os americanos e os seus aliados desistam de fazer manobras e implantações militares na Europa do Leste.

É importante apontar que o tratado da OTAN, no artigo quinto, diz que se um membro for atacado militarmente, é como se todos os membros fossem atacados.

Como a Ucrânia ainda não faz parte da OTAN, o máximo que os países podem fazer é enviar armamento, o que já está acontecendo com o Reino Unido. Na visão de Putin, a Ucrânia é russa e nem deveria ser um país.

A Rússia, de acordo com o Financial Times, está mais que preparada para as consequências de possíveis sanções financeiras do que outros países europeus.

Após a Crimeia, o país aumentou as reservas cambiais e depende menos de investidores estrangeiros.

O ponto de vista da Ucrânia

A Ucrânia declarou que Moscou não pode impedi-la de construir laços mais próximos com a Otan.

Na realidade, a Ucrânia insiste que a Rússia está tentando desestabilizar o país, com o presidente ucraniano inclusive alegando um planejamento de golpe.

O próprio ministro das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, anunciou que um golpe poderia ser parte do plano russo antes de uma invasão militar.

E os Estados Unidos?

Os Estados Unidos declararam, por meio de um telefone em janeiro de 2022 para o presidente ucraniano, o apoio ao país.

Em ligação com o presidente Putin, o presidente americano Biden reforçou, novamente, que os Estados Unidos e os aliados irão responder “decisivamente e imporão consequências rápidas e severas” à Rússia. Agora, a expectativa é de que Biden anuncie sanções à Rússia.

Apesar disso, instaram seus cidadãos e diplomatas a deixarem o país.

Além disso, os EUA junto com outras potências europeias aumentaram o contingente militar na região e imagens de tropas militares e armamento circularam nas redes sociais.

Ao todo, os países que sugeriram a retiraram dos cidadãos foram: Japão, Letônia, Noruega, Coreia do Sul, Israel, Macedônia do Norte, Holanda, Montenegro, Dinamarca, Grécia, Estônia, Grã-Bretanha, Bélgica, Finlândia, Canadá, Nova Zelândia, Kuwait, Alemanha, Emirados Árabes Unidos e Lituânia.

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O encontro entre Putin e Macron

Na escalada da tensão entre os dois países, diversos representantes de outras nações buscaram se posicionar como mediadores do conflito e, talvez, o encontro mais emblemático tenha sido entre o presidente da França, Emmanuel Macron, e Vladimir Putin.

O encontro, definitivamente, marcou a mídia pela inusitada cena dos dois presidentes conversando há metros de distância em uma longa mesa.

Rússia e Ucrânia
Fonte: G1/Sputnik – Reuters

De acordo com o que fontes informaram à Reuters, o presidente francês teria recusado realizar o teste de Covid-19 por receio de ter o seu DNA roubado pelos russos. Esta seria a razão pela longa mesa entre os dois governantes.

A viagem de Bolsonaro

Recentemente, Bolsonaro esteve na Rússia, em visita ao presidente Putin. De acordo com o que fontes diplomáticas informaram à BBC Brasil, o Brasil tem uma posição de não se intrometer no assunto entre Rússia e Ucrânia.

Grandes abraços, pessoal!

Professor Danuzio Neto

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Danuzio Neto

Danuzio Neto

Professor de Geopolítica, Atualidades, Ética, Geografia e História para concursos. É Auditor Fiscal da Secretaria da Fazenda de São Paulo, tendo exercido também os cargos de Técnico Judiciário do TRT da 16ª Região e Escriturário do Banco do Brasil. É formado em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão.