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15 milhões de brasileiros devem entrar nas classes D e E até fim do ano

15 milhões de brasileiros devem entrar nas classes D e E até fim do ano

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Maurício Miranda Sá
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Imagem - 15 milhões de brasileiros devem entrar nas classes D e E até fim do ano

O portal G1 (globo.com) trouxe um levantamento preocupante sobre a situação econômica de boa parte dos brasileiros. Dados da consultoria Tendência indicam que 15 milhões devem ingressar nas camadas sociais mais baixas do país, devido à baixa no mercado de trabalho.

São 3,8 milhões de domicílios que estariam entrando nas classes D e E até dezembro de 2020. A situação se deve à recessão causada pela pandemia de Coronavírus, instituída a partir de março deste ano.

O problema vai além do citado: outra parte dos cidadãos não irão conseguir progredir socialmente no mesmo período. Assim, o Brasil, efetivamente, fica mais pobre.

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Brasileiros mais pobres x desemprego

O contingente trazido pela pesquisa é equivalente ao número total de habitates do estado da Bahia, quinto maior em tamanho territorial no Brasil. A renda dessas famílias atingirá um descréscimo para o valor de R$ 2,5 mil.

Ressalta-se que antes da crise sanitária imposta pela Covid-19, a consultoria Tendências, responsável pelo estudo, já esperava a piora do quadro, por causa do baixo crescimento econômico do país.

Porém, a chegada de parcela da população nas classes D e E seria em montante bem inferior: 600 domicílios. Portanto, somente a pandemia será responsável pela queda de 3,2 cidadãos.

Desempregados

Um os efeitos mais negativos da pandemia de Covid-19 é a deteriorização do mercado de trabalho. Houve grande queda formal e informal de empregos, chegando, entre maio e julho, ao patamar de 12,2 milhões de pessoas desempregadas.

Outro número, porém, pode aumentar ainda mais o problema: a taxa de desocupação. Parte dos brasileiros que perderam o emprego, cerca de 6 milhões, não voltaram a procurar ocupação laboral. Ou seja, esses números não se refletem, ainda, na taxa de desemprego.

  • “Quando a gente observa o impacto da pandemia no mercado de trabalho, os empregos mais formais ou ligados a posições que exigem maior escolaridade estão sofrendo bem menos. O grosso (do impacto) é realmente sobre a classe C “, disse Alessandra Ribeiro, sócia da Tendências.
  • “O setor de serviços foi muito afetado. Toda a parte de alimentação, de lojas, lazer fora de casa, mesmo cabeleireiro, cosmética. Todos foram muito prejudicados. Isso impacta o emprego dessa classe C, esse emprego de serviços”, confirmou Maurício Prado, diretor executivo da consultoria Plano CDE.

Aumento de desempregados x procura por concursos públicos

Com o aumento do número de desempregados e desocupados, sabe-se que parcela desses cidadãos buscam, nos concursos públicos, uma tábua de salvação.

Importa informar, assim, que diariamente órgãos e entidades vêm tornando públicos editais de concursos, marcando provas para os meses finais do ano/começo de 2021.

Abaixo, matéria com uma lista de possibilidadades em diversas carreiras do serviço público nacional, estadual, municipal ou do Distrito Federal, que devem ser levadas em consideração por aqueles que buscam esse tipo de ocupação. Clique e confira:

Fevereiro vai ser MELHOR que janeiro!

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Muita gente acha que o ano só começar depois do carnaval.

Spoiler: o nome deles não vai sair no Diário Oficial como aprovado em 2024.

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Maurício Miranda Sá

Maurício Miranda Sá

Jornalista no Direção Concursos e Servidor Público Federal lotado no TSE (Tribunal Federal Eleitoral), estudou Jornalismo, Rádio e TV na UFRN, Publicidade na UNP, Gerenciamento de Projetos pela ESPM e atuou como assessor de comunicação em diversos órgãos e instituições, como o Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contras as Secas), Sindifern (Sindicato dos Auditores Fiscais do RN) e, por cinco anos, foi responsável pela divisão de comunicação da empresa Temos Casa e Art Design, produtos que desenvolveu, produziu e dirigiu no Rio Grande do Norte, sendo um complexo de comunicação com programa de TV, programete de Rádio, revista e portal na internet.