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Discursiva CNU 2025: o que a FGV vai cobrar nos blocos de nível médio? Veja dicas de especialista!

Professor revela esqueleto de redação e aposta em temas para a prova

Por

Natália Pires
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Imagem - Discursiva CNU 2025: o que a FGV vai cobrar nos blocos de nível médio? Veja dicas de especialista!

Com as provas discursivas do Concurso Nacional Unificado (CNU 2025) marcadas para o próximo domingo (7/12), a preparação final é crucial. Pensando especialmente nos candidatos aos blocos de nível médio (8 e 9), o professor Heitor Ferreira foi além das dicas gerais: ele montou um “esqueleto” de redação passo a passo e arriscou sete apostas temáticas para a banca FGV.

Do total de inscritos, 42.499 candidatos foram classificados para as provas discursivas. As regiões Sudeste e Nordeste concentram os maiores contingentes entre os classificados. A prova será aplicada em 7 de dezembro, abrangendo 228 cidades em todo o país, com diferentes horários conforme o nível:

  • Nível Superior: Prova discursiva das 13h às 16h.
  • Nível Intermediário: Prova discursiva das 13h às 15h.

O professor Heitor Ferreira destaca que a FGV costuma cobrar temas com alto grau de subjetividade e reflexão, fugindo dos assuntos “quadrados” ou puramente factuais.

“A subjetividade emana pra gente duas características: a primeira, eu tenho temas mais reflexivos; e a segunda, nós temos um viés mais filosófico”, explicou o professor, alertando os candidatos a se prepararem para uma argumentação aprofundada.

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O esqueleto da redação perfeita para o CNU 2025

O professor traz a construção de um modelo estrutural de texto dissertativo-argumentativo. Segundo ele, dominar esse esqueleto garante segurança produtiva na hora da prova. O modelo proposto é rígido e composto por quatro parágrafos:

  1. Introdução (1 parágrafo): Dividida em três períodos: contextualização do tema, apresentação do problema ou recorte temático e, finalmente, a tese que será defendida.
  2. Desenvolvimento 1 (1 parágrafo): Inicia com o tópico frasal (ideia núcleo do argumento), seguido por um período de explicação e detalhamento, e finaliza com uma exemplificação (dado, autor, lei) que serve como fundamentação teórica. O parágrafo é fechado com uma conclusão parcial, retomando a ideia inicial.
  3. Desenvolvimento 2 (1 parágrafo): Segue a mesma lógica do D1, mas introduzido por conectivos de adição, como “Além disso”, para apresentar um novo argumento em defesa da tese.
  4. Conclusão (1 parágrafo): Também em três períodos: a retomada do que foi debatido, a apresentação da ação/agente (quem deve fazer o quê para solucionar o problema) e a finalidade ou arremate final do texto.

“Basicamente, o seu único trabalho é preencher as lacunas. É um esqueleto de moldes vazios. (…) Vai trazer para você nessa semana decisiva segurança produtiva”, garantiu Heitor.

Sete apostas temáticas para os Blocos 8 e 9 do CNU 2025

Após detalhar a estrutura, o professor parte para as apostas temáticas. Ele ressalta que, embora direcionadas aos blocos 8 e 9, os temas podem ser cobrados em outros blocos. As apostas são:

  1. Os desafios para reduzir as desigualdades sociais no Brasil contemporâneo.
  2. A importância da educação como instrumento de superação das desigualdades.
  3. Desafios para a redução da violência e a promoção de segurança cidadã no Brasil.
  4. O papel da transparência e do controle social na melhoria dos serviços públicos.
  5. Desafios e perspectivas para institucionalizar a cultura de avaliação de políticas públicas no Brasil.
  6. A relevância das contratações públicas sustentáveis na gestão contemporânea.
  7. Os impactos da crise climática na sociedade e as responsabilidades do poder público.

Como tema bônus, ele citou ainda “os desafios da promoção da equidade para grupos historicamente vulnerabilizados”.

CNU 2025: características da banca FGV

O professor reforça o perfil da banca, lembrando que ela também pode cobrar temas mais diretos, como “violação de direitos fundamentais em grupos vulneráveis: impactos e desdobramentos na sociedade brasileira”. No entanto, o foco para o CNU recai sobre temas que exigem repertório sociocultural consolidado e uma fundamentação teórica qualificada.

“Ela exige uma base sólida de repertório. Porque nós precisamos ter uma fundamentação teórica. Essa fundamentação teórica ela precisa ser muito qualificada”, afirmou.

Confira, também, as dicas do professor na íntegra:

Resumo do CNU 2025

  • Banca: FGV
  • Vagas: 3.652
  • Cargos: diversos
  • Escolaridade: níveis médio e superior
  • Salários iniciais: até R$ 17.726,42
  • Inscrições: 2/7 até 20/7
  • Taxa de inscrição: R$ 70,00
  • Provas:
    • Prova objetiva: 5/10
    • Prova discursiva: 7/12
  • Edital

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Natália Pires

Natália Pires

Formada em Jornalismo pelo UniCEUB. Com experiência na área esportiva pelo DF Esportes, no setor de rádio pela Agência do Rádio, e em redação pela CNI, agora integra o time de redação do Direção Concursos.