
A experiência de home office para o Banco do Brasil resultou em uma devolução de 19 edifícios de escritórios dos 35 ao todo, distribuídos no DF e outros estados.
Desde que a instituição instalou o modelo de trabalho em casa para 32 mil trabalhadores, a prática vai resultar em uma economia de R$ 1,7 bilhão em 12 anos.
Segundo o que o vice-presidente do Banco do Brasil informou ao Correio Braziliense, o modelo de trabalho remoto estava sendo estudado desde 2019.
No entanto, com a pandemia do novo coronavírus, o novo regime teve que ser instalado mais rapidamente.
Os edifícios que restarem serão reformados para a criação de escritórios mais parecidos com os de empresas de tecnologia, com conceito aberto.
A mudança do perfil dos escritórios devem custar R$ 500 milhões, mas, como dito acima, a economia com os trabalhadores em home office é estimada por volta de R$ 1,7 bilhão em 12 anos.
Além disso, o vice-presidente do Banco do Brasil afirmou que mais de 30 mil trabalhadores vão permanecer no regime de home office. “A medição de produtividade por tempo de permanência no escritório é coisa do passado. Precisamos deixar isso para trás”, disse o vice-presidente.
Privatização do banco?
Ao falar sobre Banco do Brasil, imediatamente rumores e notícias passadas veem à cabeça sobre uma possível privatização.
Porém, o próprio presidente Bolsonaro descartou tal alternativa e especialistas não acreditam que a empresa seja privatizada por tão cedo.
Uma notícia mais recente que trouxe de volta as preocupações era a respeito do pacote de privatizações que o governo pretende instalar em 90 dias.
Ao todo, quatro privatizações são esperadas, de acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Ainda não foi divulgada a lista das empresas, mas o Banco do Brasil não está presente entre as instituições citadas por Guedes.
A prioridade do governo, segundo o secretário de desestatização, Salim Mattar, é de privatizar empresas como: Correios, Telebrás, Eletrobrás, Dataprev, Serpro e CBTU.
Confira a cobertura completa dos diferentes posicionamentos sobre a privatização aqui.
Qual atuação situação do concurso Banco do Brasil?
O próximo concurso Banco do Brasil pode estar bem perto. Segundo fontes internas, a banca do próximo concurso já estava selecionada, que seria a FGV.
No entanto, por conta da pandemia, os procedimentos para o concurso foram adiados. É importante citar que o andamento deve voltar assim que o país controlar o surto.
No início do ano, o presidente do Banco do Brasil confirmou a intenção de realizar um novo concurso.
Na época, ele afirmou que o planejamento era para vagas focadas na área de T.I, porém o próximo edital deve trazer oportunidades para o cargo Escriturário habitual.
Atualmente, um Escriturário recebe por volta de R$ 4,5 mil de salário inicial. O valor é composto de R$ 3.253,80 de vencimento base e de R$ 1.300 por vale alimentação/refeição.
Além disso, eles contam com a Participação nos Lucros (PLR) e o último valor recebido foi por volta de R$ 7 mil.
Entenda melhor sobre a função de um Escriturário, o que esperar para o próximo concurso e como começar a preparação:
E para uma preparação de qualidade, conheça o material do Direção Concursos. São pacotes especializados e direcionados para o concurso Banco do Brasil, feito por professores qualificados na área. Confira:

RESUMO BANCO DO BRASIL
- Situação: previsto para 2020
- Último concurso: CESGRANRIO, 2018 e CESGRANRIO, 2015
- Cargo: Escriturário
- Formação: nível médio
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