
O concurso Ministério da Economia, para provimento de 350 vagas temporárias, contará com duas etapas: provas e Avaliações de Títulos.
As informações foram confirmadas para a equipe de jornalismo do Direção Concursos. Saiba mais sobre a seleção temporário na matéria a seguir.
Edital em até seis meses com 350 vagas
Além de afirmar que a seleção contará com estas duas fases, o Ministério da Economia informou que estipulam que o edital deve ser publicado em até seis meses.
Este prazo é o que foi determinado na portaria que autorizou a seleção temporária, mas é possível que o edital seja publicado antes, caso seja observado o comportamento de outros órgãos do executivo.
Os aprovados na seleção temporária vão atuar em projetos de Transformação Digital de Serviços Públicos. O ministério já divulgou quais são os cargos que serão abrangidos.
Esta seleção será destinada para preencher vagas dos seguintes cargos:
- Especialista em Gestão de Projetos: 50 vagas
- Especialista em Infraestrutura de TI: 50 vagas
- Especialista em Ciência de Dados: 50 vagas
- Especialista em Segurança da Informação e Proteção de Dados: 50 vagas
- Especialista em Análise de Processos de Negócios: 50 vagas
- Especialista em Experiência do Usuário: 50 vagas
- Especialista em Desenvolvimento de Software: 50 vagas
Veja abaixo a divisão publicada no Diário Oficial da União:

Todos são carreiras que exigem nível superior completo. Além disso, perceba que são cargos voltados para área de Tecnologia da Informação.
Os contratos temporários podem durar até quatro anos, podendo ser prorrogado. O órgão ainda não informou quais serão as remunerações dos cargos oferecidos.
Resumo concurso Ministério da Economia
- situação: previsto para sair até janeiro de 2021
- vagas: 350
- cargos: diversos (voltados para T.I)
- salários: a definir
E o concurso Ministério da Economia efetivos?
Não há previsão de um concurso para servidores efetivos do Ministério da Economia. A última seleção ocorreu em 2016, quando o órgão ainda se chamava de Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).
Foram 556 vagas ofertadas para diversos cargos, cujos salários iam de R$ 3.998,42 a R$ 5.969,31. A banca organizadora foi a Cebraspe.
Importante lembrar que, naquele edital, parte das vagas eram destinadas para a Enap e outra, para o Ministério da Economia.
Sendo assim, foram 534 vagas disponibilizadas para o ministério e, destas, 300 eram para Analista de T.I. O restante foi distribuído da seguinte forma:
- Técnico Administrativo (83)
- Engenheiro (54)
- Geógrafo (17)
- Geólogo (16)
- Arquiteto (16)
- Contador (14)
- Arquivista (9)
- Médico (4)
- Economista (7)
- Assistente Social (7)
- Administrador (6)
- Técnico em Assuntos Educacionais (1)
Candidatos passaram por provas objetivas e discursivas. Candidatos da área de T.I também contaram com uma etapa de Avaliação de Títulos.
Para ler o edital na íntegra, clique aqui.
Outros concursos públicos para ficar de olho
Apesar de não se ter previsão de um próximo concurso para o Ministério da Economia, importante ressaltar que o órgão enviou pedido para realizar seleções para carreiras dentro da estrutura.
Confira abaixo:
CONCURSO RECEITA FEDERAL – No pedido, foram requisitadas 2.050 oportunidades para a Receita Federal.
Foram 1.500 oportunidades para Analista Tributário e 550 para Auditor Fiscal. Saiba mais aqui.

CONCURSO ATA – Foram pedidas 1.270 vagas ao todo, sendo mil para Assistente Técnico Administrativo e 270 para Analista Técnico. Remunerações vão até R$ 5.409,09. Saiba mais aqui.
CARREIRA ADMINISTRATIVA – Além dos cargos do concurso ATA, também foram pedidas 4 vagas para Arquiteto, 16 para Engenheiro e 20 para Contador.

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