
O governo federal deu um passo decisivo para impulsionar as nomeações nos concursos federais anteriores. Foi publicado nesta quinta-feira, 2 de outubro, em Diário Oficial da União, três decretos que autorizam, ao todo, a nomeação de 1.984 candidatos aprovados e não classificados dentro do número de vagas originalmente previsto em diversos certames.
Além do Decreto nº 12.647, que autoriza a nomeação de 1.434 cargos em vinte órgãos e entidades diferentes, outros dois decretos foram publicados na mesma edição do DOU:
- Decreto nº 12.646: Autoriza a nomeação de 250 candidatos para o cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
- Decreto nº 12.648: Autoriza a nomeação de 300 candidatos para o cargo de Analista em Tecnologia da Informação do mesmo ministério.
Somando todas as autorizações, o governo abre caminho para a nomeação de 1.984 servidores em cargos federais.
Confira a lista completa de cargos, órgãos e quantitativos autorizados pelo Decreto nº 12.647:
| Órgão | Cargo | Escolaridade | Vagas Autorizadas |
|---|---|---|---|
| Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico | Especialista em Regulação de Recursos Hídricos e Saneamento Básico | Nível superior | 20 |
| Agência Nacional de Aviação Civil | Especialista em Regulação de Aviação Civil | Nível superior | 35 |
| Agência Nacional de Energia Elétrica | Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia | Nível superior | 20 |
| Agência Nacional de Telecomunicações | Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações | Nível superior | 25 |
| Agência Nacional de Transportes Aquaviários | Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários | Nível superior | 15 |
| Agência Nacional de Transportes Terrestres | Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres | Nível superior | 25 |
| Agência Nacional de Vigilância Sanitária | Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária | Nível superior | 100 |
| Banco Central do Brasil | Auditor do Banco Central do Brasil | Nível superior | 200 |
| Comissão de Valores Mobiliários (CVM) | Analista da Comissão de Valores Mobiliários | Nível superior | 20 |
| Comissão de Valores Mobiliários (CVM) | Inspetor da Comissão de Valores Mobiliários | Nível superior | 10 |
| Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) | Especialista em Indigenismo | Nível superior | 175 |
| Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) | Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas | Nível superior | 3 |
| Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) | Tecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas | Nível superior | 85 |
| Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) | Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade Industrial | Nível superior | 40 |
| Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) | Pesquisador em Propriedade Industrial | Nível superior | 40 |
| Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) | Tecnologista em Propriedade Industrial | Nível superior | 40 |
| Ministério da Cultura (MinC) | Analista Técnico-Administrativo | Nível superior | 50 |
| Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) | Analista Técnico-Administrativo | Nível superior | 95 |
| Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) | Técnico em Comunicação Social | Nível superior | 9 |
| Ministério da Justiça e Segurança Pública | Analista Técnico-Administrativo | Nível superior | 100 |
| Ministério das Relações Exteriores (MRE) | Oficial de Chancelaria | Nível superior | 50 |
| Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços | Analista Técnico-Administrativo | Nível superior | 50 |
| Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima | Analista Ambiental | Nível superior | 90 |
| Ministério do Planejamento e Orçamento | Analista de Planejamento e Orçamento | Nível superior | 100 |
| Ministério do Planejamento e Orçamento | Analista Técnico-Administrativo | Nível superior | 22 |
| Ministério dos Povos Indígenas | Analista Técnico-Administrativo | Nível superior | 15 |
Condições para a nomeação em concursos federais
O decreto estabelece que a nomeação dos candidatos está condicionada a duas situações:
- Existência de vagas na data da nomeação.
- Declaração do ordenador de despesas do órgão atestando a adequação orçamentária e financeira para a nova despesa.
A autoridade máxima de cada órgão listado é responsável por verificar previamente essas condições e editar os atos necessários para o cumprimento do decreto.
Esse movimento do governo é uma resposta altamente aguardada pelos aprovados em lista de espera e sinaliza um forte compromisso com a recomposição de quadros e o fortalecimento do serviço público federal.
Duas frentes para impulsionar os concursos federais
O governo está conduzindo a nomeação dos “excedentes” por meio de dois instrumentos legais:
- Portaria do MGI: Utilizada para autorizar a convocação de candidatos da lista de espera até o limite de 25% das vagas originais do edital.
- Decreto Presidencial: Necessário para viabilizar as nomeações que ultrapassam esse teto de 25% (publicado neste 2/10)
A portaria do MGI, que autoriza as convocações dentro do patamar de até 25% de excedentes ainda é aguardada. Segundo fontes internas, a portaria já estaria pronta no gabinete da ministra Esther Dweck, aguardando apenas sua assinatura. A expectativa nos bastidores é de que a publicação ocorra muito em breve.
Confira os decretos na íntegra!
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Organizado pela Fundação Getúlio Vargas, o CNU 2025 oferta 3.652 vagas para 32 órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, para cargos de níveis médio e superior de formação.
Veja a distribuição por bloco temático:
- Bloco 1 – Seguridade Social: Saúde, Assistência Social e Previdência: 789 vagas
- Bloco 2 – Cultura e Educação: 130 vagas
- Bloco 3 – Ciências, Dados e Tecnologia: 212 vagas
- Bloco 4 – Engenharias e Arquitetura: 306 vagas
- Bloco 5 – Administração: 1.171 vagas
- Bloco 6 – Desenvolvimento Socioeconômico: 286 vagas
- Bloco 7 – Justiça e Defesa: 250 vagas
- Bloco 8 – Intermediário – Saúde: 168 vagas
- Bloco 9 – Intermediário – Regulação: 340 vagas
Os aprovados receberão salários iniciais de até R$ 17.726,42.
As avaliações objetivas serão aplicadas no dia 5 de outubro e terão as seguinte estrutura:
- Provas de nível superior
- 90 questões de múltipla escolha com 5 alternativas (30 de conhecimentos gerais e 60 de específicos)
- Das 13h às 18h (5h de duração)
- Provas de nível médio
- 68 questões de múltipla escolha (20 de conhecimentos gerais e 48 de específicos)
- Das 13h às 16h30 (3h30 de duração)
Já as provas discursivas, que serão realizadas realizadas no dia 7 de dezembro, serão aplicadas da seguinte forma:
- Nível superior
- 2 questões discursivas
- Das 13h às 16h
- Nível médio
- 1 redação dissertativa-argumentativa
- Das 13h às 15h
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