
Muito comum no setor privado, o ponto eletrônico vai começar a fazer parte da rotina de alguns órgãos públicos federais. O equipamento começa a ser utilizado em julho.
Veja a lista dos órgãos que passarão a “bater ponto”:
- Ministério do Meio Ambiente
- Advocacia-Geral da União (AGU)
- Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
- Agência Nacional do Cinema (Ancine)
- Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac)
- Quatro universidades públicas (ES e TO, por exemplo)
A iniciativa é do Ministério da Economia (ME). “O principal objetivo da medida é modernizar o controle de frequência na administração pública federal. Dessa maneira, o governo atenderá a determinação legal”, explica o ME, em nota.
Com o controle eletrônico em vigor, a folha de ponto manual cairá em desuso. O sistema é considerado frágil e fácil de ser manipulado. Em 2017, o Tribunal de Contas da União constatou diversas fraudes em hospitais universitários federais.
Pacote Completo para Auditor de Controle Externo TCU
O ponto eletrônico custará R$ 960 mil anuais ao erário. De acordo com a legislação em vigor, o funcionário público trabalha no mínimo seis horas e no máximo oito horas.
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