
Leonardo Rolim, novo presidente do INSS, acredita que a entidade precisa de menos servidores. É isso mesmo que você leu, caro concurseiro!
Matéria publicada no jornal O Globo trouxe a informação de que a quantidade de servidores efetivos existente hoje no INSS é superior ao necessário e que é preciso mudar o perfil desses profissionais, já que há um processo de digitalização, o chamado INSS Digital, para processar novos benefícios.
Diagnóstico foi feito antes de assumir
Leonardo Rolim fez diagnóstico que apontou ser defasado o modelo aplicado atualmente e, assim, não haveria necessidade na contratação de novos servidores.
O novo presidente indica que a digitalização dos processos apenas tornou explícito uma fila que já existia, mas que não era visível.
Anúncio na troca de comando
O governo anunciou a demissão do presidente do INSS, Renato Viera, no dia 28/01. Ele será substituído pelo secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim.
A medida veio no momento em que o presidente Jair Bolsonaro demonstrava insatisfação com a imagem do governo pelas longas filas na autarquia.
De acordo com o Ministério da Economia, a saída ocorreu a pedido do próprio gestor.
Cerca de 264 mil requerimentos foram recebidos a mais por mês, além de falhas técnicas na adaptação dos sistemas às novas regras de aposentadoria. Aproximadamente, 2 milhões de pessoas ainda esperam a liberação de benefícios.
Para amenizar os atrasos de benefícios e acúmulos de processos, o governo emitiu um decreto que autoriza a contratação de militares para desempenhar funções no órgão.
Os militares devem se voluntariar para realizar as atividades e receberão um adicional de 30% sobre o valor. A decisão de chamar os militares chamou a atenção de diversas entidades, especialmente do Ministério Público ligado ao TCU.
Em uma representação, o procurador Lucas Rocha Furtado declarou que a atitude podia ser considerada “uma nítida reserva de mercado”. Para evitar confronto, o governo anunciou que estava realizado estudos para chamar ex-servidores aposentados.
No entanto, enquanto a contratação de militares foi possível por meio de decreto, a contratação de civis depende de autorização por meio de projeto de lei, pois não há regulamentação própria.
E os concursos?
Enquanto o concurso INSS ainda permanece em discussão, há outros certames que estão mais certos de acontecer. Há diversos Tribunais de Contas e para a área Legislativa que chamam a atenção.
Confira uma breve lista de algumas oportunidades ou confira todas aqui:
- TJ RJ: o tribunal deve publicar novo edital ainda no primeiro semestre. São 169 vagas, com 85 para nível médio. Saiba mais aqui.
- TCU: são 30 vagas autorizadas e, com isso, o edital pode sair no primeiro semestre. Leia tudo aqui.
- Depen: no final de 2019, por volta de 300 vagas foram autorizadas para um novo concurso. Mais informações aqui.
- Senado Federal: o próprio Senado confirmou que deverá lançar edital ainda no primeiro semestre de 2020. Saiba aqui.
- IBGE: uma seleção temporária, com mais de 200 mil vagas, deve ocorrer também no primeiro semestre. Oportunidades vão de nível fundamental a nível médio.
Saiba tudo sobre concursos abertos e concursos previstos em um só lugar.
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